A História dos EUA: um olhar Punk

Para mostrar que o pessoal das Exatas também frequenta este blog, segue uma dica do Nicholas Cortonesi de uma música  sobre a História dos EUA feita pela banda Punk   The Descendents.

“Visitando o blog de História, vi o post sobre Bowie e Dylan, que se refere à união entre rock e história, e me lembrei de uma música que já conheço a algum tempo. A música se chama ” ‘Merican ” do ”The Descendents”, uma banda punk da Califórnia. Atrevés desse ‘punkzinho’ a banda faz uma crítica ao modo como os estados Unidos surgiu e as contradições existentes no seu processo de expansão e independência, como por exemplo a existênica de escravos e o massacre indígena coexistindo com o lema de liberdade, justiça e igualdade. A música também critíca a sociedade atual questionando a violência e a falta de conhecimento dos americanos sobre a sua própria história. Achei coerente com o tema e espero que gostem. O link no youtube para a música é: http://www.youtube.com/watch?v=WLkRxVYdUko e o link para a letra no vagalume é: http://www.vagalume.com.br/descendents/merican-traducao.html “

Meu Pai Gosta de História

Quantas vezes eu ouvi um aluno dizer esta frase?  Realmente não sei dizer. Mas ela é verdadeira. Muitas pessoas de minha geração atenderam a outros chamados, como o das Engenharias, da Medicina, ou sei lá de que carreira mais atraente. Mas todos adoram História. “Meu pai é que estuda comigo para a prova, professor…”; “minha mãe disse que vai fazer faculdade de Histórica quando se aposentar…”. É assim mesmo, não é?

Pensando nisso, nosso blog resolveu abrir espaço para a participação dos pais. Além de ler os posts, podem comentá-los também. Sejam todos bem-vindos.

PS: meu pai também gosta de História…

A visita do presidente Obama vista por vocês

 

Antes das provas bimestrais de abril, a Isabella Alchorne (3H3) e a Nathalia Fukunaga (3H2) me mandaram um texto com um olhar crítico sobre a recente (março passado) visita do presidente dos Estados Unidos ao Brasil. Pois aí vai o texto, com algumas modificações para caber neste espaço reduzido. 

“A vinda do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no Brasil foi aguardada com muita expectativa e desconfiança. Por um lado, os anseios brasileiros de que a chegada de Barack Obama. Por outro, o presidente dos EUA com um discurso hábil em prol da união entre os países. (…) O presidente estadunidense começou o seu discurso proferindo palavras em português, agradecendo-os por terem perdido o jogo do Botafogo contra o Vasco para ouvi-lo. Em uma interpretação radical: “vocês só se interessam por futebol.” Outro ponto foi apelar dizendo que “D. Pedro foi o primeiro brasileiro a ir aos EUA”, o que quer dizer que brasileiros e americanos têm uma grande ligação. Barack Obama igualou os dois países quando disse que ambos podem progredir juntos, e, além disso, praticar uma política internacional juntos. O que é o mais engraçado é que não existe nenhuma igualdade entre os dois países. O Brasil é um país emergente, os EUA, desenvolvido. O Brasil usa meios sustentáveis para consumo de energia, os EUA, em contrapartida, são um dos maiores países poluidores do mundo. Além disso, não no dia do seu discurso no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, mas no dia anterior, o da reunião com a presidente, Obama ordenou os ataques militares contra a Líbia em Brasília, próximo à Praça dos Três Poderes. O presidente dos Estados Unidos nem se deu ao trabalho de ir à Embaixada americana. Portanto, todo esse formidável discurso deve ter uma análise crítica a ser feita. Será que um país que contém um histórico como o dos EUA pode mudar de um dia para outro?. Por isso, se os EUA querem igualdade e progresso, como afirmou seu presidente ao citar as palavras do renomado escritor Paulo Coelho “com a força de nosso amor e nossa vontade podemos mudar nosso destino”, eles devem antes mudar suas atitudes para que depois possam cobrar de outros países. Só pode cobrar aquele que cumpre o que cobra.”

Tenho certeza que a opinião delas é a mesma de muitos de vocês.

Dilma, os cem primeiros dias

O hábito de analisar os cem primeiros dias de um governo tem como origem o governo dos Cem Dias de Napoleão Bonaparte. Exilado na ilha de Elba, em 1814, por decisão do Tratado de Fontainebleau, Bonaparte foge para a França. A tropa enviada para prendê-lo acabou por aderir ao comando do Imperador e marchou em direção a Paris, fazendo o rei Luís XVIII fugir, iniciando-se então um governo de Cem dias.

Os Cem dias da presidente Dilma Roussef foram marcados por um novo estilo de governar, menos vistoso do que seu antecessor, o ex-presidente Lula, por uma eficiente ação no jogo político partidário, por tensões na área econômica com o recrudescimento da inflação e por mudanças na política externa na qual renunciou à ambigüidade do antecessor e defendeu direitos humanos de forma incondicional.

Há 50 anos Gagarin disse, a Terra é azul

                                           

Seu voo de 108 minutos para o espaço há 50 anos  marcou um novo horizonte para a humanidade e da noite para o dia transformou um trabalhador do campo chamado Yuri Gagarin em um dos heróis do século. A frase de gagarin ficou para a História. Perguntado com era a Terra vista do alto ele não exitou, a Terra é azul.

O histórico vôo de Yuri Gagarin colocou momentaneamente a extinta URSS na liderança da corrida espacial e esquentou a Guerra Fria entre EUA e URSS.

Hoje, quando já há planos para transformar as viagens espaciais em passeios turísticos, sempre é bom lembrar dos pioneiros como Gagarin.