Brasília 50 anos, ainda a capital da esperança?

O hino feito para homenagear Brasília, quando de sua criação,  afirmava que a cidade era a capital da esperança. O Jornal da USP à respeito dos 50 anos de Brasília  diz “À parte as conotações místicas associadas ao surgimento de Brasília – como o famoso sonho do santo italiano Dom Bosco, no século 19, que fala numa “terra prometida” construída entre os paralelos 15º e 20º, ou as supostas coincidências biográficas que fazem alguns autores garantir que Juscelino Kubitschek era a reencarnação do faraó egípcio Akhenaton e que a cidade seria uma espécie de nova Tebas –, a capital que acaba de comemorar seu cinquentenário cumpriu algumas das principais “missões” para as quais foi criada. Uma delas era integrar as Regiões Centro-Oeste e Norte, especialmente a Amazônia, ao restante do País.
Ao mesmo tempo, porém, a capital incorporou os contrastes, as desigualdades e as realidades típicas da sociedade brasileira. “De certa forma Brasília começou com a ideia utópica de ser o mais diferente possível do Brasil, mas aos poucos foi se abrasileirando, para o bem e para o mal”, aponta o geógrafo Hervé Théry, da Cátedra Pierre Monbeig da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP”
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Para saber mais

Pílula anticoncepcional completa 50 anos

Em uma sociedade contemporânea em que a mulher exerce diversos papéis, seja como profissional, administradora do lar, estudante, solteira, esposa ou mãe, as influências comportamentais e a moda feminina que marcaram as décadas anteriores são visíveis no dia a dia. Com um ritmo de vida dinâmico, a mulher atual, a exemplo de alguns ícones femininos do passado, vive em constante busca por independência. Neste contexto, o surgimento da pílula anticoncepcional, no início da década de 60, permitiu que a mulher passasse a controlar sua fertilidade, conquistasse liberdade sexual com segurança e praticidade e, mais recentemente, aliasse a contracepção a outros benefícios propiciados pela pílula.

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Led Zeppelin

Outro dia, no período da tarde, encontrei alguns alunos da 3H1 conversando sobre música (eu acho…) e aí a conversa foi parar no Led Zeppelin ( passando antes pelo Deep Purple – o do Gillan, não o do Coverdale). Eu disse a eles que a música do Led Zeppelin que eu mais gosto é Tangerine (por  que será…?), do Led III (1970). Aí o Rodrigo retrucou que a que ele gosta mais é The Battle of Evermore , do Led IV (1971). Isso faz uns dois meses. E não é que a uns dias atrás o Rodrigo me parou na entrada da 3H2 para falar do assunto?

Lembrando que no Rock gostar de uma música ou banda não significa descartar as outras, eu pergunto: qual das duas?

Para quem não conhece, um pouquinho de ambas

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Notícias da Argentina

Semana passada recebi uma mensagem de um sobrinho meu que é mais ou menos da idade de vocês das 3ªs séries e está na Argentina. A imagem que ele tem do país vizinho é tão  pitoresca que  eu gostaria de partilhar com vocês. A mensagem diz mais ou menos o seguinte:

“… e além disso, tio, os argentinos são um povo muito esquisito: jogam um jogo  chamado rugby, vão às ruas protestar contra as mancadas do governo e colocaram na cadeia os militares da última ditadura que eles tiveram por lá,  que mataram e torturaram as pessoas. Dá pra acreditar? Isso tudo aconteceu a  uns vinte e tantos anos e os caras ainda se importam com isso!  Tem um grupo de velhas [OLHA O RESPEITO, MOLEQUE!]  que vai todo dia na frente da Casa Rosada (o Palácio do Planalto deles) exigir  que os militares responsáveis pelo desaparecimento de seus entes queridos e pelo sequentro de seus netos, sejam punidos. E está dando certo!  A Suprema Corte da Argentina (que é o órgão máximo da Justiça de lá) disse que os crimes cometidos por eles (os militares) não foram políticos, mas comuns, e por isso eles (os militares) não têm direito nenhum a qualquer anistia, como se fala aí no Brasil.  A Argentina não tem nem de longe o nosso crescimento econômico e ficam aí se preocupendo com estes detalhes. Tio: como são loucos esses argentinos!  Só falta falar que o Maradona jogou melhor que o Pelé.” 

STF, por 7 votos a 2, mantém a Lei da Anistia sem revisão

A Folha de S. Paulo de 30 de abril, publicou que  o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu ontem que a Lei da Anistia não pode ser alterada para possibilitar a punição de agentes do Estado que praticaram tortura durante a ditadura militar (1964-1985).
Os ministros negaram, por 7 votos a 2, um pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) que questionou a extensão da legislação, editada em 1979 pelo governo João Figueiredo.
A entidade argumentava que a tortura é um crime comum e imprescritível e, portanto, quem o cometeu não poderia ser beneficiado pelo perdão. A tese, porém, não prevaleceu. Após dois dias de julgamento e mais de dez horas de discussão, o tribunal entendeu que a Lei da Anistia foi “bilateral” e fruto de um acordo político resultado de um “amplo debate” travado pela sociedade brasileira.

Lei da Anistia STF diz n revisão fsp3004010